Página Inicial 9 Notícias 9 SMCC apoia novo plano “Médicos pelo Brasil” que deverá atender antigas reivindicações da classe médica

SMCC apoia novo plano “Médicos pelo Brasil” que deverá atender antigas reivindicações da classe médica

A Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas (SMCC) se une as entidades médicas em apoio ao plano lançado pelo Ministério da Saúde: “Médicos pelo Brasil”. Os termos apresentados anunciam boa perspectiva para antigas reivindicações; algumas com pelo menos 30 anos.

O programa promete ampliar em cerca de 7 mil vagas a oferta de médicos em municípios onde há os maiores “vazios assistenciais” na comparação com o Mais Médicos.

Para a presidente da SMCC, Dra. Fátima Bastos, esta é a possibilidade dos médicos finalmente terem, na prática, melhores condições de trabalho com uma carreira de estado.

“A SMCC se une a tantas outras entidades médicas no apoio a esse novo plano que vem de encontro a muitas reivindicações da classe médica e na expectativa de que estas novas medidas contribuam para a melhoria na saúde de toda a população.”

O Ministro da Saúde, Dr. Luiz Henrique Madetta, comemorou o anúncio do novo Plano como o fim do improviso.

“Uma conquista histórica com mais de trinta anos de luta com vínculo celetista, processo seletivo, prova, registro de diplomas e vamos levar os médicos onde mais precisa de atendimento com garantia de qualidade e boa remuneração”.

O Vice-Presidente do Conselho Federal de Medicina, Dr.Mauro Luíz de Brito Ribeiro, em um vídeo divulgado ao lado do Ministro agradeceu ao governo federal em nome dos 466 mil médicos brasileiros ao ministro e presidente Jair Bolsonaro.

“Para nós das entidades médicas, Conselho Federal de Medicina em particular, depois de termos sofrido com o governo do PT com a abertura indiscriminada de escolas médicas, com flexibilização em relação a médicos formados no exterior, com a massificação da medicina, nós temos hoje o resgate disso através da carreira de estado que é uma carreira de 30 anos de luta”

O Plano prevê que as regiões Norte e Nordeste, juntas, terão 55% do total das vagas – ao todo, são previstas 18 mil vagas no programa, sendo 13 mil delas em municípios de difícil provimento.

Está previsto também que os médicos aprovados serão alocados em Unidades de Saúde da Família (USF), pré-definidas pelo Ministério da Saúde, para a realização do curso de especialização em Medicina de Família e Comunidade.

Todos os profissionais terão, nos dois primeiros anos, a especialização, que só será efetivada quando o profissional tirar o Título de Especialista pela AMB.

Confira os detalhes do novo Plano no Site do Ministério da Saúde AQUI

 

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